O relatório This Year Next Year, publicado pela WPP Media nesta semana, trouxe um dado que me chamou atenção: o Brasil é o país que mais cresce em investimento publicitário entre os dez maiores mercados do mundo em 2026. A projeção é de +15,2%, bem acima da média global de 8,9%, e à frente até dos Estados Unidos.

Os motores desse crescimento são conhecidos: a infraestrutura de inteligência artificial sendo construída em ritmo acelerado, o aquecimento para grandes eventos esportivos como a Copa do Mundo e a expansão do retail media, o modelo em que plataformas de comércio se tornam veículos de publicidade.

Mas o que me interessa não é o número em si. É o contexto em que ele aparece.


Publicidade cresce justamente quando o cenário aperta

O mesmo relatório aponta que a economia global opera, nas palavras do FMI, "à sombra da guerra". Incerteza geopolítica, pressão sobre cadeias produtivas, volatilidade cambial. E mesmo assim, o investimento em publicidade sobe.

Isso não é coincidência. É um padrão que se repete.

Durante a pandemia de COVID-19, as marcas que mantiveram presença de comunicação saíram na frente quando o mercado reabriu. Na crise de 2008, estudos posteriores mostraram que empresas que não cortaram publicidade recuperaram participação de mercado muito mais rápido do que concorrentes que sumiram. A lógica é simples: quando todo mundo recua, o espaço que sobra é seu.


O erro que vejo se repetir

Quando o cenário fica incerto, a primeira coisa que muita empresa corta é comunicação. Marketing vai para o bloco de "despesas não essenciais". A verba some. A presença some junto.

O problema é que o consumidor não para de existir. Ele continua comprando, comparando, escolhendo. Sem comunicação ativa, a sua marca simplesmente não está na lista de opções dele.

Quem entende publicidade como investimento, e não como custo, age diferente. Aproveita o silêncio dos concorrentes para ocupar espaço, construir autoridade e, quando o mercado acelera de novo, já estar na cabeça de quem decide.


O que os dados de 2026 dizem para o seu negócio

O crescimento projetado para o Brasil não é só uma boa notícia para grandes anunciantes. É um sinal de temperatura de mercado. Significa que há demanda ativa por comunicação, que os canais estão em expansão e que o custo de aparecer bem — com uma marca sólida, uma presença digital consistente e campanhas bem direcionadas — ainda é acessível para empresas de todos os portes.

Pequenas e médias empresas têm hoje acesso às mesmas ferramentas que grandes marcas usavam exclusivamente há dez anos. A diferença entre quem cresce e quem fica parado raramente está no tamanho do orçamento. Está em quem decide agir.


Momentos de incerteza são, historicamente, os melhores para construir presença. O Brasil está crescendo. A questão é: o seu negócio vai crescer junto?

Seu negócio está aproveitando esse momento?

Se você quer entender como transformar esse cenário em crescimento real — com branding, campanhas e comunicação que vendem de verdade — me chama no WhatsApp. Sem enrolação, sem proposta genérica. Só uma conversa direta sobre o seu negócio agora.

Fale comigo, vamos crescer juntos.